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Makaveli
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Não esperem nenhuma masterpiece, é apenas uma pequena história

Quem é Joe Vicious? Todos o conhecem, porém ninguém o conhece.

Vive-se o ano de 2000 na maioria do planeta, numa localização ainda afogada no ano de 1999, fazia-se a contagem para o novo milénio.

3! 2! 1! 0!!

O fogo-de-artifício era reflectido no rio principal da cidade de Buffalo, nos Estados Unidos da América. Joe Vicious injectava-se com uma seringa já bastante gasta e suja debaixo de uma velha e não utilizada ponte.
Joe possuía longos e lisos cabelos loiros, olhos castanhos, cor de avelã, e tinha a parte inferior coberta por uma barba por fazer. Vestia uma camisola branca com bastantes manchas e um casaco cor de mostarda. O homem tinha 31 anos de idade, cheirava a cavalo e era apenas uma sombra do que era antigamente. Era um toxicodependente que passava a maior parte dos seus dias a olhar o reflexo dos arranha-céus de Buffalo no rio iluminado pelas estrelas e pela lua.
Joe Vicious levantou-se depois de largar a seringa no chão e caminhou até às escadas sem a mínima postura, com ar de moribundo. Subiu-as com grande esforço e caminhou pelas estradas desertas. Podia-se ouvir os gritos alegres e bêbedos do espumante.

-Feliz ano novo, Joe Vicious… - Disse para si mesmo. Repentinamente, o loiro desmaiou, caindo de cara no chão, antes de contorcer o corpo todo.

Passaram-se alguns dias. Joe acordou finalmente num quarto decorado com algumas fotografias de família, pintado de branco. Um homem algo gordo, careca e com um grosso bigode abriu a porta (vestia uma camisa branca e umas calças negras) e colocou-se frente ao Vicious, que o olhava intrigado.  

-Finalmente acordou s-senhor. – O homem parecia algo embaraçado e melancólico.

-Quem és tu? Onde estou? – Perguntava o ‘drogado’ com a mesma expressão.

-Está em minha casa, no quarto da minha filha. É exactamente dela de que quero falar, senhor…

-Não, não sou senhor nenhum. Nem do meu destino senhor sou. – Falava exactamente com a expressão igual.

-Como queira, senh… Joe Vicious. – O homem pronunciou o nome de Vicious como se já o conhecesse. Conversava com as mãos juntas perto das pernas. – Sabe, a minha pobre Jackie foi raptada por Yakuzas japoneses, eles já me mandaram um pedido de resgate… Mas não tenho dinheiro para o pagar. Era um dos melhores médicos nos Estados Unidos, contudo, ganhei um problema cerebral, presume-se que venha a ganhar Alzheimer nos próximos 2 anos. No fim desses 2 anos não irei ser capaz de guardar uma memória… Gostava de passar esses anos junto à minha filha, gostava de pelo menos ter uma mera lembrança da minha Jackie, ela é tudo que me resta! Por favor, o máximo que lhe posso fazer já o fiz, tratei-o antes que morresse com a Overdose. Eles ameaçaram que iriam vende-la no porto daqui a 24 horas se não lhes pagasse. Sei onde eles estão, por favor, eu conheço-o, o senh… o Joe foi campeão mundial de artes marcias, é reconhecido mundialmente por esse título, sei que ainda é o mesmo apesar de tudo!

-Compreendo… Mas, não, já não sou o campeão mundial de artes marcias, sou apenas Joe Vicious, toxicodependente e vagabundo. – O loiro levantou-se da cama e seguiu com o homem pela casa. Tomou um banho e vestiu um fato preto, adornado com uma gravata também preta.

12 Horas depois

Eram cerca de meia-noite. Joe estava frente a um armazém, pegou num cigarro e levou-o à boca, acendendo-o depois. Abriu o portão principal, iluminando o interior barulhento. Uma dezena de homens brancos asiáticos jogavam às cartas numa enorme mesa, dois caíram com a cara na mesa enquanto sangue escorria-lhes pela cabeça. Vicious continuava a disparar, matando mais uns quantos, enquanto os restantes fugiram da divisão.

Joe Vicious correu atrás dos homens, seguia-os por uma sala, quando foi encurralado por 3 homens com cerca de 2 metros de altura. O loiro pontapeou o peito de um, aproveitando a posição para se impulsionar no ar e disferir um pontapé rotativo na cabeça dos 2 restantes. Prosseguiu por uma porta onde mais alguns asiáticos o esperavam com catanas. Cerca de 5 avançaram sobre ele, um par foi alvejado na testa, os restantes tiveram as suas catanas atiradas para longe com um pontapé. Foram depois alvejados várias vezes no peito, cada um. Joe prosseguiu pelo armazém, até chegar a uma porta. Abriu-a e desceu umas escadas. Lá em baixo estava uma jovem rapariga de cabelo ruivo. O homem confirmou a identidade da rapariga, observando a fotografia que trazia no bolso do seu casaco. Desapertou os braços dela e tirou a fita da sua boca.

-J-Joe Vicious!! – Gritava ela bastante emocionada enquanto se agarrava ao antigo lutador.

-Vamos sair daqui. - Com a jovem ao seu colo, Vicious levou-a para fora daquele armazém. –Fizeram-te alguma coisa?

-N-não… Mas estavam a falar em vender-me… Graças a deus que me salvaste, agora posso finalmente voltar a casa. Vou abraçar o meu pai, o retracto da minha mãe, o meu cão, vou tomar um banho, vou ler o novo capítulo de One Piece, vou comer e vou abraçar o meu pai outra vez! happy

-Sabes onde é que eles te iam vender? – Perguntou algo intrigado, o toxicodependente.

-Mais ou menos, penso que era na costa da Florida.

-Hum… Não fica muito longe daqui. – Murmurou, demostrando um vago sorriso.

Passaram-se algumas horas de caminhada. A jovem acordou com um intenso cheiro a maresia. -Hm? Onde estamos Joe? J-Joe? – A rapariga foi largada e bateu com bastante força na areia. Dois homens entregaram um maço de notas a Joe Vicious, que o guardou no seu bolso. -JOE? – A rapariga era levado para dentro de um barco enquanto tentava escapar, arranhando as caras dos homens. – JOE VICIOUS!!!! SEU FDP!! O MEU PAI VAI DESCOBRIR MALDITO SEJAS! NÃO PODES FUGIR PARA SEMPRE! – Gritava a jovem rapariga, a gemer bastante, com os olhos húmidos.

-Não… Não posso fugir para sempre. Não te preocupes com o teu pai, daqui a um par de anos ele já nem se lembra de ti… - Respondeu, soltando uma gargalhada depois.

Dito isto, o barco deixou a costa da Flórida, enquanto Joe Vicious, o toxicodependente caminhava pela praia.
Quem era Joe Vicious? Joe Vicious era um antigo campeão mundial de artes marciais. Deixou-se levar pela fama e acabou por perder todo a sua fortuna e tornar-se toxicodependente. Agora, todos os dias 31 de Dezembro, por volta da meia-noite, podemos vê-lo sentado debaixo daquela ponte abandonada de Buffalo, Noa Iorque, a injectar-se com aquela velha e gasta seringa ao som do fogo-de-artifício. Ela tinha razão. Não era nenhum senhor, nem do seu destino era senhor. De certeza que ele preferia dar uma alegria ao pai daquela jovem moça, mas acabou por escolher o que era melhor para si. De certeza que ele preferia estar a lutar nos campeonatos mundiais de artes marciais e ganhar de novo o título que tanto merece, mas prefere afogar-se nas drogas, pois é a única forma de se esconder daquele mundo corrompido.



Última edição por WS Red em Sab Mar 08, 2014 12:56 am, editado 2 vez(es)


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[23:11:07] Black Bullet : eu tava a ver se te comia a torre
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IamnotBaller
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Joe é alta fdp :gross: De resto :notbad:


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Catana ou Katana? E por acaso dá para diagnosticar Alzheimer sem o ter? :yaoming:

Parabéns, conseguiste com que gostasse minimamente da char principal, isso não é fácil de se fazer, tendo em conta a personalidade que escolheste. Penso que devias ter aprofundado mais o passado de Joe, em vez de meteres apenas aquele último parágrafo no fim, no entanto, foi satisfatório.


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Makaveli
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Catana de ir ao mato :sir: Ele estava na fase inicial da doença, logo era possível prever quando é que iria ser fortemente afectado. Mas ya, foi um erro meu.
Obrigado por comentares :like:


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[23:11:07] Black Bullet : eu tava a ver se te comia a torre
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Makaveli
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Fiz mais um pequeno One Shot, porém este está ainda bastante incompleto, sendo que ainda nem a meio vou. Não estava a gostar do rumo que a história estava a levar, como tal droppeia, espero que gostem minimamente do pouco que escrevi, estou preparado para receber críticas.


Aquilo que parecia ser o início de uma bela melodia acabou de uma forma trágica.
Os suaves dedos de Maria tocavam na guitarra a tão proibida música. No quarto ao lado, a criança baptizada como Duarth Rabbit tentava adormecer ao som da melodia tocada pela sua mãe. A criança de apenas 5 anos permanecia deitada na sua cama de olhos cerrados e com um sorriso estampado na cara. No quarto ao lado, ouviu-se um ranger vindo da porta, que se abria lentamente. Uma forte tempestade de vento e chuva começava a fazer-se sentir fora daquela casa de 1 andar, pintada de branco, adornada com um belo jardim premiado com um enorme arbusto onde uma clave de sol estava esculpida. Um trovão ofuscou a entrada de Jeffrey, o pai daquele miúdo e marido daquela mulher. Lentamente ele avançou, enquanto Maria permanecia a tocar a canção, a disfarçar forçadamente a presença de Jeffrey que a olhava com uma expressão enervada, repleta de lágrimas.

-Porquê?! O que é que tu queres de mim? – Gritou o homem, sem resposta. Maria continuava a tocar a música, tão apreciado por Duarth. – !Pára com isso ‘mor – O desespero era bem notório na cara do homem que se ajoelhava de joelhos e levava as mãos à cabeça. A sua mulher agora levantava-se e tocava a música num tom muito mais intenso, mesmo em frente à cara de Jeffrey. – Foi a única coisa que te pedi quando nos casámos! Que nunca me traísses! – De leve, o individuo pegou num troféu de médias dimensões, que adornava a divisão. Olhou Maria de alto a cima com os seus olhos esbugalhados e vermelhos. Hesitou um pouco, antes de a atacar consecutivamente com aquele prémio dourado. O bebé que por pouco não adormeceu, abriu os olhos e levantou-se da cama, extremamente pálido. Não ouviu os gritos do seu pai, a melodia da sua mãe era tudo o que lhe preenchia a cabeça. Abriu a porta do seu quarto e depois de alguns passos rápidos, entrou no quarto dos seus pais. Podia ver o seu pai a bater repetidamente em Maria, com aquele prémio afogado em sangue.

-M-m-mãe..? – Murmurou ele. –M-MÃE?!!! – Tal grito chamou a atenção de Jeffrey, que se virou para Duarth com  uma expressão deprimente.

-Vai dormir Duarth, está tudo bem.

-M-MÃE?! MÃE! MÃE! MÃE?!!! – O rapaz correu até ao corpo ensanguentado de Maria, que parecia já estar morta. Lágrimas caíam dos olhos do Rabbit, pálido como um coelho, abraçou a sua mãe. Parecia não estar a acreditar no que vira, talvez ele tivesse mesmo adormecido ao sim da balada, pelo menos, era o que ele queria acreditar… Jeffrey que estava ajoelhado no chão, encostado a um móvel, passou a sua mão coberta de sangue pelos seus cabelos lisos e negros. Sacou um cigarro do bolso e levou-o à boca, acendendo-o depois.

-Ah… Não queria que visses isto filhote… Eu compenso-te, o pai não vai mais trabalhar, a partir de amanhã podemos ir ao Jardim Zoológico, ao Burger King, jogar consola todos os dias! … Filho, eu gosto muito de ti, também gostava e continuo a amar a tua mãe, mas não posso perdoar uma traição deste tamanho. Espero que me perdoes… - Dito isto, ele levantou-se e caminhou até à porta.

-… SAI DAQUI! N-NUNCA MAIS TE PONHAS NO MEU CAMINHO! SAI DESTA CASA, SE ALGUMA VÊS VOLTARES A METER OS PÉS DEBAIXO DESTE TECTO, eu… eu… eu PARTO-TE TODO! – Gritou Duarth, deixando levar-se pelas emoções.

-Como queiras filho… - Jeffrey deixou a divisão e a casa cabisbaixo, mas não arrependido do que havia feito.

-CANALHA! SACANA! CABRÃO! MALDITO! – Os insultos não acabavam.

2014

-Rabbit? Duarth Rabbit? Alguém o pode acordar se faz favor? – Perguntava a idosa professora de brancos cabelos. Duarth dormia com a cabeça colada à mesa, como uma criança de 5 anos, com a boca aberta. – Courtney? Faça favor.

Uma jovem de 15 anos, de cabelos vagamente encaracolados, de coloração preta, com cerca de 1, 58 metros de altura, anca larga e peito para fora fez o favor de acordar o Rabbit. – Dio? Di-oo?! – Falava enquanto abanava o corpo do seu parceiro de mesa.

- (Outra vez este sonho?) – Pensava ele para si mesmo enquanto levantava a cabeça e olhava a sua professora.

-Foi divertido o sonho? Espero que estejas de bom humor, anda ao quadro resolver o exercício 2.4!

-Se não… - Questionou ele com um olhar sério. – Se não… Vai-me espancar com o livro de matemática? Espero bem que não, é algo imoral contra os direitos humanos. Está provado cientificamente que quem bate nos alunos com um livro é, uma, PUUUTA! – Disse relutante enquanto tocava ‘bateria’ com duas esferográficas.

-Parvalhão, como queiras, Courtney, faça favor.

A bela jovem levantou-se da sua cadeira e dirigiu-se ao quadro branco. Enquanto isso, Duarth pintava o interior das quadrículas do seu caderno. Soou o toque e tanto alunos e professores deixaram a sala. No exterior, no corredor, à porta da sala, o Rabbit tocava alguns acordes. Era a mesma melodia tocada pela sua mãe naquela noite infernal.

-Tuuu, que me olhas por dentro da escuridão. Pára lá com isso por favooor. Vamos lá parar com isso vá lá… Por favor, peço-te do fundo do meu coração… Vamos lá, não te fiz nada de mal, a minha escolha, a tua opção, por favor, não fujas do meu lado, continua a suportar-me a toda e a toda a hora. Nananana… - Cantarolava Courtney a alguns metros de Duarth, que a olhava.


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[23:11:07] Black Bullet : eu tava a ver se te comia a torre
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Não gostei nada, não faz sentido nenhum :yaoming: Não continues.


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Não parece assim tão mau :yaoming:
O que ele iria fazer à gaja que estava a cantar a canção?


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#Rape :YES:


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IamnotBaller
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Assim sim, já gosto mais dessa personagem :YES:


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Makaveli
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Eu escrevi aquilo que seria o início de uma fic policial, mas acabei por largar. Se curtirem até posso continuar isto.

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-Notícia de última hora! Notícia de última hora! – Todos os canais de televisão tinham os seus programas programados interrompidos mal receberam tal notícia, que era apresentada ao estilo de noticiário notificados praticamente por tudo o que era canal por uma mulher trintona maquilhada e vestida com roupas relativamente caras e vistosas. A maioria era loira e podia até levar alguns acessórios. No fundo mudava apenas o fundo e o logótipo do canal.

Receber uma notícia de um assassinato para a maioria dos espectadores era algo normal e ‘cagativo’, alguns ainda se surpreendiam com os actos praticados entre os seres da sua raça… Mas enfim, há sempre um ou outro caso que deixa os espectadores expectantes e surpresos pela definição rápida do crime dado pela jornalista, que os deixa a salivar até o ecrã ser dividido em dois. No lado esquerdo costuma permanecer a jornalista, no lado direito do ecrã televisivo o repórter que se aventurou até ao local do crime satisfazia o bando de hienas que estava colado à televisão com os detalhes de crime tão bruto.

O repórter parecia levar já alguns anos em cima. Devia ter os seus cinquenta anos. – Estamos em directo, na cena do brutal crime que ocorreu hoje neste pobre bairro na Califórnia. Uma família de cinco, todos eles descendentes latinos foi brutalmente assassinada esta tarde, por volta das dezasseis horas. Hmmm… Peço aos mais… aos mais sensíveis que desliguem o som da televisão pois vou desde já descrever a cena do assassinato que me foi dada pelos médicos e policiais que já lá dentro estiveram a investigar o crime… Os pais e os dois filhos de doze e dez anos estavam sentados na mesa da cozinha. Estavam a lanchar, algo que foi facilmente descoberto uma vez que vários pratos de comida apenas com algumas trincadelas estavam distribuídos pela mesa. O avô materno dos rapazes dormia uma sesta no sofá da sala. Um homem entrou pela porta das traseiras e com um revólver disparou sobre a criança mais velha e sobre os seus pais. De seguida, cortou a garganta ao filho mais novo e manteve-o vivo até o levar até onde o seu avô dormia e… - O homem afastou-se da vista da câmara, dobrou-se e vomitou. O microfone estava ligado fazendo com que os espectadores conseguissem ouvir o incómodo e nojento barulho causado pelo repórter.

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Drizzy
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É fixolas. Não é muito grande por isso não houve forma de sabermos muitas informações relativamente ao tema principal a não ser o homicídio. Contudo, acho que tem potencial. Continua se tiveres com disposição.


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IamnotBaller
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Gostei da fic, deixando-nos a imaginar o que iria acontecer xD Continua =D


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