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1 Ruas de Dublith em Dom Dez 08, 2013 4:18 pm

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Alex
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As duvidosas ruas de Dublith não são propriamente as ruas mais seguras. Caso te percas ou vás parar à zona má da cidade, és capaz de ser assaltado ou até raptado.

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2 Re: Ruas de Dublith em Qua Dez 18, 2013 6:24 pm

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Drizzy
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Ao pôr do sol, Erik caminhava pelas ruas de Dublith. Parece que andava a caminhar o dia todo. Deparou-se com um grupo de miúdos. Estavam no meio da estrada, pareciam ter todos cerca de nove ou dez anos. Um dos rapazes estava no chão, enquanto outros quatro estavam à volta dele, a rirem-se. O rapaz que chorava no chão estava bastante sujo, vestido com roupas rasgadas.

Olha, o ceguinho não se consegue levantar! Ahahaha!


A-Ajudem-me, por favor. - Pedia ajuda, enquanto se tentava levantar. As lágrimas caíam-lhe pela cara.

Porque não pedes ajuda ao teu pai? Ah pois, não tens. E a tua mãe? Também não! Ahahahah! - Ouvindo isto, o rapaz não se conteve. Levantou-se rapidamente e tentou dar um soco na cara do rapaz que lhe dissera tais palavras. No entanto, este desviou-se com facilidade e esticou a perna, fazendo com que o rapaz cego tropeçasse e caísse novamente - Bem feita! É o que tu mereces!

Os rapazes continuavam a atingir o rapaz com vários pontapés, enquanto se riam. Mas de repente, uma sombra pairou sobre eles. Era Erik. O alquimista tinha os óculos postos e as mãos nos bolsos, mas a sua figura intimidava os rapazes que rapidamente começaram a fugir. O alquimista ergueu a mão e ajudou o rapaz a levantar-se.

Huh?... O-Obrigado, senhor.. - Pegou no seu cano e começou a caminhar, juntamente com Erik, pelas ruas de Dublith.

Como te chamas, rapaz?

Sano...

Os teus pais?

... eu não tenho pais, senhor. Eles morreram há muito tempo.

... Porque é que eles te estavam a bater

Porque eu sou cego.... e porque eu sei fazer alquimia.

... Hmm?

Melhor dizendo, eu sou cego porque sei fazer alquimia. Tentei ressuscitar os meus pais, mas não consegui. E os alquimistas são odiados nesta parte de Amestris.

... Anda, eu compro-te um sumo. - Os dois entraram numa espécie de café e sentaram-se ao balcão. Erik pediu um sumo para o rapaz, mas nada para si.


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3 Re: Ruas de Dublith em Sex Dez 20, 2013 4:33 pm

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Drizzy
Administrador
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Os dois, no entanto, não tinham reparado que estavam na parte pior da cidade de Dublith. Estavam dentro do café há uns bons vinte minutos. Conversavam sobre assuntos banais mas também sobre o sucedido. Sano revelara que nunca lutou contra os rapazes que o atormentavam. O motivo ele não revelou. Eis que um grupo de pessoas entrou no café. Estavam com roupas rasgadas e sujas, e os corpos deles estavam cheios de cicatrizes. Um deles, o que parecia ser o líder do grupo, não tinha um braço. No lugar do braço direito, tinha um automail. 

Olha o que temos aqui... parece que vocês não sabem em que parte da cidade é que estão, ahahahah. Este é o nosso território, se quiserem sair daqui vivos, então é bom que paguem. 

... Quanto?

100.000 Z é suficiente, um por cada um claro.

Eu pago a quantia do rapaz, a culpa é minha de ele estar aqui. - Erik retira o dinheiro da carteira e dá ao arrogante bandido de rua. Este conta o dinheiro e depois mete-o no bolso após verificar que a quantia estava correta.

Ahahahaha! Rapazes, sabem o que fazer.

Sim, chefe Ray. - Mal disseram isto, o chefe virou costas e saiu do café, enquanto o restante grupo de assaltantes aproximaram-se do alquimista e começaram a atingir-lhe na cara e no corpo com fortes pontapés e socos. Não demorou muito até este ser derrubado. Após um minuto, terminaram e saíram do café. Erik ainda estava consciente, mas sangrava bastante. Não era nada de grave, no entanto, já tinha aguentado bastante pior. Levantou-se sem grandes dificuldades e voltou ao balcão. O rapaz era cego mas percebeu exactamente o que se tinha passado. O silêncio tinha-se instalado no café durante alguns segundos, até o miúdo finalmente se pronunciar:

P-Porquê é que fizeste isso?!

... Tu lembras-me de uma pessoa que eu conhecia, quando era mais novo. - Obviamente referia-se a si próprio - Eu não ia deixar pagar por uma coisa que não tinhas culpa.

Não é isso... porque é que não lutaste contra eles?!

... Porque é que tu não lutaste contra os outros miúdos?... - O rapaz não respondeu. Passado alguns segundos, saiu do café e seguiu o seu caminho. Erik, no entanto, permaneceu no café durante mais cerca de vinte minutos.

... Pergunto-me onde ele foi... - Erik usa o Radar Pulse para sentir as fontes eléctricas na sua zona. Após algumas tentativas, consegue localizar o rapaz - Não pode ser...! - Começou a correr em direção ao local onde Sano se encontrava.


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